terça-feira, 11 de março de 2008

dos frios das mentes dormentes

O que fiz aqui,
ainda nos balanços que ia fazendo,
antes de chegar.

Nada de muito amplo,
das coisas individuais,
E praticamente um grande
eco nas questões coletivas.

Os amigos um alento de lembrança,
ou o apêgo ante a desgraça!?
Sei que fiquei em um nada.
Corroído por dentro,
sem o martelete que
me movimentaria internamente.
Parece recaído, como a força
de meus cabelos.

Resta,
por fim das vezes - e queria que fosse o fim!
o choro.
Cada vez pior.
Pois o tempo passa
e ele fica, mais enrugado.

--

obs: retorno a esses desvaneios,
pois sinto os mesmos anseios. Daí que revejo
lampejos e desejos passados, infortúnios de minh'alma,
perdições e arrependimentos que revoam, como se uma
ave batesse as assas e me encomodasse com o mais simples
vento que levante de seu movimento. Então nesses desígnios
sem direção, me vejo solto...mas inseguro e impreciso. Talvez
demasiadamente torto, e que não quero me abandonar, por mais
que o jeito seja tosco.

algum do ano passado agora mostrado,
março 2008.

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