Sem muitos rodeios, não pretendo florear tua pessoa,
até porquê a palavra mais marcante que compartilhamos, parece ter sido 'contra o "egotrip".
E levo em conta, nessas lembranças, um 'cala' que me fizeste logo no segundo dia em tua casa.
Onde o "te amo" foi interrompido, pois realmente
parecia algo só no ar, por dizer.
Me disseste que deveria te conhecer, para não se precipitar, dar com a cara em precipícios.
Ainda assim, insisto em perfumar alguma coisa disso aqui.
Mesmo que à tua pele agrade mais os neutros sabãos de côco, que não têm o 'standart' dos perfumes por aí.
Certamente também não condensaria o que tenho a dizer em artificialidades. Assim como o 'te amo' daquela vez não o foi.
Há os precipícios, os precipitados, os recalques, os desalmados, os afoitados, os coitados e os coitos, os desiludidos
no imcompreendido,
os arrependidos na tristeza, os apaixonados.
Enfim, há de tudo e há de todos. Constrói-se uma variável de coisas pensadas a todo momento,
a qualquer instante, nos mais inusitados e impensados.
As vezes serve uma auto-punição para as desvirtuações; se não está, quer estar - e quando está, tem pressa de voltar.
E algo que aprendi contigo, dar um relaxa pra pressa. E no fundo, no fluir dos falares, há uma condução de bela presença,
de prazeirosa e teimosa presença. Logo que sai,
quer voltar;
mal deu 'tchau',
já repensa aquele estar.
Fiz bem em seguir tua risca, não falar por falar; não se enredar por se enredar.
Gostei do teu afinco nas coisas, mesmo em [desculpe, estou sendo sincero...] exageros (quiçá chatos)
[mas altamente compreensíveis pela profunda determinações de experiências] de falares 'paulistanados'.
A vida, bem é fazer o que se deve fazer - brigando com os deveres - com os que mandam nos deveres -
questionando os deveres - mudando os deveres -
e para o melhor que é acabar com os deveres - nos afazeres dos trâmites cotidianos, que nos dão uma certa
linha[altamente perigosa, prestes a arrebentar, ou virar aço,
virar fio de luz e eletrocutar, sei lá],que vai sempre dando nó, nunca é reta.
Mas tem um afago desses outros caminhos, imbróglios que entramos, nos enredamos e que inspiram,
'matam tempo', e aprofundam o tempo!
Do mesmo modo que aquele que pergunta, parece mais revelar aquilo que é pela pergunta que fez,
do que a interrogação sobre o outro que quer descortinar, o bom dos bate-papos
prazeirosos, é a liberdade de falar, a certeza de ser mutuamente ouvido.
A sorte de não ter a conversa bandida, pronta para ser engolfada por erros,
semânticos-deconceitos-deleis-deverdades-domesmoestabelecido.
Enfim, se parte, nos repartimos contínuamente, e se vai para um ápice de corpos que se esquentam - em doces comensais.
Daí é sempre aquele enroscar moroso,
olvidado de tudo e [de todas as vezes, para mim] sempre gostoso.
Volto ao 'te amo'. Não no precipitado, e do mesmo modo como algo que vem de cima, são os contínuos momentos de pensar em boa companhia.
És sempre chuva molhada-encorpada-inteligente-venerada, nuvem sempre acima de minha
cabeça, por onde vou e por onde passo! E nem por isso negra, com alta pressão ou inquisitora.
Mas na leveza, na não-prisão dos relacionamentos. Então, reitero o 'te amo'.
até porquê a palavra mais marcante que compartilhamos, parece ter sido 'contra o "egotrip".
E levo em conta, nessas lembranças, um 'cala' que me fizeste logo no segundo dia em tua casa.
Onde o "te amo" foi interrompido, pois realmente
parecia algo só no ar, por dizer.
Me disseste que deveria te conhecer, para não se precipitar, dar com a cara em precipícios.
Ainda assim, insisto em perfumar alguma coisa disso aqui.
Mesmo que à tua pele agrade mais os neutros sabãos de côco, que não têm o 'standart' dos perfumes por aí.
Certamente também não condensaria o que tenho a dizer em artificialidades. Assim como o 'te amo' daquela vez não o foi.
Há os precipícios, os precipitados, os recalques, os desalmados, os afoitados, os coitados e os coitos, os desiludidos
no imcompreendido,
os arrependidos na tristeza, os apaixonados.
Enfim, há de tudo e há de todos. Constrói-se uma variável de coisas pensadas a todo momento,
a qualquer instante, nos mais inusitados e impensados.
As vezes serve uma auto-punição para as desvirtuações; se não está, quer estar - e quando está, tem pressa de voltar.
E algo que aprendi contigo, dar um relaxa pra pressa. E no fundo, no fluir dos falares, há uma condução de bela presença,
de prazeirosa e teimosa presença. Logo que sai,
quer voltar;
mal deu 'tchau',
já repensa aquele estar.
Fiz bem em seguir tua risca, não falar por falar; não se enredar por se enredar.
Gostei do teu afinco nas coisas, mesmo em [desculpe, estou sendo sincero...] exageros (quiçá chatos)
[mas altamente compreensíveis pela profunda determinações de experiências] de falares 'paulistanados'.
A vida, bem é fazer o que se deve fazer - brigando com os deveres - com os que mandam nos deveres -
questionando os deveres - mudando os deveres -
e para o melhor que é acabar com os deveres - nos afazeres dos trâmites cotidianos, que nos dão uma certa
linha[altamente perigosa, prestes a arrebentar, ou virar aço,
virar fio de luz e eletrocutar, sei lá],que vai sempre dando nó, nunca é reta.
Mas tem um afago desses outros caminhos, imbróglios que entramos, nos enredamos e que inspiram,
'matam tempo', e aprofundam o tempo!
Do mesmo modo que aquele que pergunta, parece mais revelar aquilo que é pela pergunta que fez,
do que a interrogação sobre o outro que quer descortinar, o bom dos bate-papos
prazeirosos, é a liberdade de falar, a certeza de ser mutuamente ouvido.
A sorte de não ter a conversa bandida, pronta para ser engolfada por erros,
semânticos-deconceitos-deleis-deverdades-domesmoestabelecido.
Enfim, se parte, nos repartimos contínuamente, e se vai para um ápice de corpos que se esquentam - em doces comensais.
Daí é sempre aquele enroscar moroso,
olvidado de tudo e [de todas as vezes, para mim] sempre gostoso.
Volto ao 'te amo'. Não no precipitado, e do mesmo modo como algo que vem de cima, são os contínuos momentos de pensar em boa companhia.
És sempre chuva molhada-encorpada-inteligente-venerada, nuvem sempre acima de minha
cabeça, por onde vou e por onde passo! E nem por isso negra, com alta pressão ou inquisitora.
Mas na leveza, na não-prisão dos relacionamentos. Então, reitero o 'te amo'.
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