...
quem passa,
o quê deixa,
o quê leva,
o quê come?
...
o quê ama,
o quê odeia,
quê fazemos,
quê passividade agimos,
quê agressividade evitamos,
quê jeito nos achegamos,
quê maneiras nos afastamos,
quê pretesto nos enfrentamos,
quê vontades nos pegam,
quê preguiças nos consomem,
quê perigos fugimos,
quê sutilezas buscamos,
quê medos ultrapassamos,
...
tudo e tudo mais,
mesmo que cegos,
estão às voltas dos nossos olhos.
mesmo o que ouvimos, mesmo tudo aquilo
que cheiramos, beijamos, sentimos.
E sobretudo o quê vemos,
daquilo que realmente enchergamos ou
daquilo que nos enganamos.
Pra onde e por quê andar,
olhando, cheirando, sentindo,
usando sentidos e animalizando
nossos pretextos?
...
quero ego para seguir,
quero humildade para pensar,
quero força para jamais desistir,
quero amor para encantar,
e liberdade para criar.
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