segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Nelson não repetia a reta razão,
fazia a ficção,
dela vivia, comia e dormia.
Dela encantava e fazia rir.
O glamour das minhas magias,
a ingenuidade das relações fictícias,
vai quebrando meus relógios,
a etilidade da noite,
ajudou-me em outras percepções,
de um real mais fantasiado.
[não enganado]
Gostosas noites de roda
etre as gurias,
bar e bebida!

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