
A prova kantiana da prisão
é dizer que estamos em constante
libertação pela razão que temos.
A permeável prisão que nos cerca,
onde o sujeito é encapsulado,
mordido, vendido e tragável -
um ou alguns lords se sustentam.
Mas não esses materiais burgueses,
simplesmente.
Falo do próprio deus que se criou,
e toda a testa do mundo que o
reverencia.
Um senhor em profunda putrefação,
nos envenando, nesse por enquanto
postergado...
Nenhum comentário:
Postar um comentário