segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Hoje foi dia de mais uma provinha, quase a mesma dos mesmos cânones


A prova kantiana da prisão
é dizer que estamos em constante
libertação pela razão que temos.

A permeável prisão que nos cerca,
onde o sujeito é encapsulado,
mordido, vendido e tragável -
um ou alguns lords se sustentam.
Mas não esses materiais burgueses,
simplesmente.
Falo do próprio deus que se criou,
e toda a testa do mundo que o
reverencia.

Um senhor em profunda putrefação,
nos envenando, nesse por enquanto
postergado...

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