domingo, 27 de julho de 2008

Poesia interminável

Minhas poesias são intermináveis,
mas não porque são longas,
ou por serem demasiadamente profundas.
São intermináveis
porque eu nunca as termino.

Vem sempre de um leve começo,
daí ficam anotadas em caderninhos,
papéis, e escanteios de caderno.
Qualquer hora vaga volto
e refaço coisas que
já não tem nada com o
que foi primeiramente pensado.

Ah, as minhas poesias intermináveis,
tento deixá-las sempre leves
para carregar comigo,
e mais,
tento fazer de minha vida
essas poesias intermináveis.

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2008

2 comentários:

Bípedes disse...

Olá,

Belos pensamentos, sempre penso que a próxima é a continuação, talvez seja pr isso que elas são interminaveis.

Um amplexo!

Anônimo disse...

das ultimas essa eh a que mas gostei, sempre eh legal te sentir na poesia. saudades.